Centenas de jovens de vários municípios e partidos estiveram reunidos na sede do MDB, em São Luís, para manifestar apoio à pré-candidatura de Orleans Brandão ao governo do Maranhão em 2026. No encontro, Orleans defendeu a valorização da juventude e assumiu o compromisso de dar continuidade às políticas públicas que têm garantido melhor educação e mais oportunidades aos jovens maranhenses.
“Eu fui da Juventude do PSDB e desde cedo sei a importância da participação dos jovens na política. Agora, tenho a oportunidade de mostrar ao Maranhão que o jovem tem potencial, superando a barreira da idade e do parentesco, mostrando muita disposição para o trabalho e fico feliz em estar contribuindo com a realização de grandes obras e programas que estão melhorando a vida das pessoas”, declarou Orleans Brandão para os jovens que lotaram o espaço do Diretório do MDB, no início da noite de sexta-feira (21).
Ao citar alguns dos programas estaduais voltados para a juventude, e a ampliação dos investimentos estaduais na política educacional, Orleans disse estar muito confortável em conversar com os jovens do Maranhão. Ele lembrou que o governo aumentou de 3 mil para 15 mil vagas o programa Trabalho Jovem, e de 1 mil para 6 mil o número de estudantes atendidos pelo Cartão Transporte Universitário. Além disso, o programa Educação de Verdade dobrou os investimentos em transporte e alimentação escolar, e garantiu conectividade a cerca de 250 mil alunos da rede estadual.
“Como jovens na política, precisamos mostrar o que a gente quer e o que nosso estado precisa para melhorar, acreditar no seu potencial e mostrar trabalho. É isso que temos feito todos os dias. Por isso, contem com nosso compromisso de continuar lutando pela juventude e pelo Maranhão”, enfatizou Orleans Brandão
A líder da Juventude do PT, Gabriela, justificou o apoio da pré-candidatura de Orleans ao governo do Maranhão: “Nós do Partido dos Trabalhadores estamos comprometidos com Orleans pela continuidade do governo de Carlos Brandão que tem grandes obras e queremos continuar, com a juventude presente, participando dos espaços e contribuindo com seu mandato”.
A coordenadora da Juventude de Orleans, Gilsania Barros, refletiu sobre a participação dos jovens na política. “Não é fácil ser jovem na política. As pessoas nos subestimam pela idade, mas quando temos oportunidade mostramos que temos competência. E é por isso que estamos hoje aqui para dizer que estamos com Orleans Brandão”.
O presidente da Juventude do PDT, Marcos Leite, também destacou o trabalho que Orleans tem realizado como secretário de Assuntos Municipalistas, indo aos municípios para conversar com as lideranças e com a população, conhecer os problemas e encaminhar as soluções. “E nós reconhecemos tudo o que este governo tem feito pela juventude e que precisa ter continuidade. Por isso, Orleans, conte com nosso apoio”, afirmou o líder pedetista.
O líder da juventude do MDB em Barreirinhas, Carlos Jhones, citou o exemplo da sua cidade para reafirmar que os jovens têm competência para bem exercer a gestão pública: “Feliz em ver um jovem disputando o Governo do Maranhão. Viemos aqui agradecer ao Orleans por tudo o que tem feito e pela oportunidade de mostrarmos que os jovens têm potencial e disposição para trabalhar pelo nosso estado.
Em um grande encontro político articulado pelo ex-prefeito Fábio Gentil em Caxias, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, falou pela primeira vez de sua pré-candidatura ao governo do Maranhão e afirmou estar pronto para o desafio eleitoral do próximo ano. “Este é um projeto que tem o apoio de um forte grupo político e ganhou a confiança da população que reconhece a grande gestão realizada pelo governo Carlos Brandão. Tenho muito orgulho de fazer parte dessa história e vamos dar continuidade a essa missão de trabalhar todos os dias para melhorar a vida dos maranhenses”, declarou ele.
Ao lado de Fábio Gentil, do prefeito de Caxias Gentil Neto, das deputadas Daniela e Amanda Gentil, prefeitos, vereadores e demais lideranças da região, Orleans fez um breve relato da experiência acumulada nos três anos de atuação à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas, conquistando com muito trabalho a confiança de quem não acreditava na sua competência, apenas por ser jovem e sobrinho do governador.
“Comecei ouvindo as lideranças municipais sobre as demandas de cada cidade, e depois fui conhecer pessoalmente as necessidades da população, para buscar as soluções no Governo do Estado. Hoje, vejo que ajudei a construir o maior programa de transferência de renda, a levar o maior programa de pavimentação asfáltica a todas as regiões, a dobrar o número de restaurantes populares, triplicamos a rede de hemodiálise. É muito trabalho pelo Maranhão e tenho muito orgulho de fazer parte do desenvolvimento do nosso estado, combatendo a pobreza extrema, gerando emprego e renda”, enfatizou o secretário.
Sobre sua pré-candidatura a governador em 2026, com o apoio de um grupo político que conta com mais de 180 prefeitos e 80% dos deputados estaduais, Orleans disse que aceita com muito orgulho o desafio de ser candidato para dar continuidade a uma gestão que tem mais de 70% de aprovação: “Vamos percorrer os municípios para mostrar o grande trabalho que temos feito por todo o Maranhão. Tenho convicção de que temos feito muito e ainda faremos muito pelos maranhenses”.
Wow! The first time I saw a token spike on a DEX chart I felt a rush — like someone lit a fuse under my screen. My gut said “buy,” but something felt off about the volume pattern. Initially I thought spikes equal momentum, but then I noticed odd, tiny trades padding a big candle and realized there was more smoke than fire. On one hand that looks like genuine interest; on the other, it often signals wash trading or bots trying to create a false narrative. Hmm… traders who rely on price alone get burned; the smart ones read volume as the story behind the story.
Really? Yeah. Volume is noisy, but it’s where intent hides. Short-term traders (and трейдеры who use quick DEX scans) need to parse not just the absolute volume number but its distribution across wallets, time slices, and pools. Some tokens show 10x volume in a minute then go silent — that’s classic pump-and-dump behavior. More convincing patterns show steadily rising volume across multiple wallets and tighter bid-ask spreads, though actually, wait—let me rephrase that: look for breadth of participation, not just a single whale swinging the market. My instinct said to trust candle size; experience taught me to trust the context around that candle.
Here’s the thing. Liquidity matters more than most admit. You can see huge nominal volume on a pair, but if the pool is shallow your order will slip through like a rock through sand. I remember buying into a “hot” meme token and watching my slippage eat 8% of my position in seconds — very very frustrating. So always check liquidity depth and the size of the largest liquidity provider. If most liquidity sits in one address, that’s a red flag. I’m biased, but that part bugs me; decentralization should mean distributed liquidity, not one master wallet calling the shots.
Whoa! Let me be blunt: volume spikes generated by the same few addresses are deceptive. Medium-term moves require many participants. Short-term spikes can be achieved with bots and circular trading. On-chain analysis helps — you can trace whether the same set of addresses are doing round-trip trades, which inflate reported volume without adding genuine market participation. Initially I thought tracing wallets was tedious, but now it’s part of my daily routine; it separates noise from signal more reliably than sentiment posts on social feeds.
Okay, so check this out—tools that surface real-time on-chain activity are essential for fast decision-making. I use an array of filters: volume by minute, number of unique buyers, and liquidity changes. If I see volume rise but the count of buyer addresses doesn’t budge, that’s suspicious. Conversely, when both volume and new buyer count grow together, that’s the start of something worth watching closely. Too many traders misread a green candle as broad support when it’s actually a narrow, engineered move.
How I Read Volume — Practical Checks
Small traders can win by being methodical. First, compare on-chain volume to what the DEX UI reports; mismatches happen when explorers aggregate across forks or misreport tiny trades. Second, look at the distribution of trade sizes — is the token being bought in many small slices or by one wallet in 100x increments? Third, watch liquidity inflow/outflow — big liquidity changes often precede rug pulls. These are simple filters, but together they form a defensive checklist that mitigates stealthy manipulation.
Seriously? Yep. A quick triage: 1) Volume surge, 2) Buyer count surge, 3) Liquidity stability. If any of those fail, back off or tighten risk. On the flip side, if all three pass, consider sizing in gradually and use limit orders where possible. I’m not 100% sure every signal will be right, though — markets remain probabilistic — but this approach tilts the odds in your favor.
One more nuance: look at the timing of trades. If most volume is compressed into seconds — often coinciding with bot-launch windows — it’s usually synthetic. Genuine buying interest tends to come in waves over minutes to hours, especially for tokens gaining organic attention. (Oh, and by the way…) pair volume across chains matters, too; sometimes a token gets pumped on one chain while being quiet elsewhere, which can show coordinated activity rather than broad market adoption.
Check wallet histories. If the top holders have patterns of frequent adding/removing liquidity or repeated sell-offs right after listing, treat that as a structural risk. I often click through a few top addresses before I pull the trigger. That’s extra work, but for position sizes that matter, it’s worth it. My instinct saved me from a rug pull last year — the LP wallet kept moving funds in a pattern that screamed “exit plan.”
Whoa! Quick tip: watch the mempool if you can. Front-running and sandwich attacks are real. If you notice complex pending transactions that suggest MEV bots are active on a pair, consider increasing slippage tolerance control or breaking your order into smaller chunks. Also, some DEX aggregators route differently to avoid MEV; somethin’ like that can help when gas is low and the pool is shallow.
Using Tools Effectively — Where DEX Screener Fits
I’m a fan of fast, visual tools that let me triage many pairs quickly. For traders who value speed, dex screener is a go-to—its interface puts price and volume side-by-side with liquidity metrics, letting you see anomalies in a glance. You can spot pairs with skyrocketing volume, view wallet concentration, and set alerts for the exact patterns I mentioned above. Initially I relied on manual spreadsheets, though honestly that was clunky; moving to a tool with live feeds changed my workflow drastically and saved me time (and some losses).
That said, no tool replaces critical thinking. Use the platform to filter candidates, then dig deeper on-chain. Also, customize alerts — I set mine to trigger only when volume spikes are paired with at least a modest increase in buyer addresses, which cuts down on false positives. On one hand automated alerts free up your attention; on the other, you must still validate the context because smart contracts and liquidity moves tell stories machines sometimes miss.
Here’s a practical pattern I use: screen for 1) volume up 200% in 30 minutes, 2) buyer addresses up 50%, 3) liquidity change less than 10%. If a token meets that, I shortlist it for manual review. That shortlist then goes through wallet checks, tokenomics scan, and small test buys to check slippage—if test buys behave predictably, I size up. This is not glamorous, but it’s durable.
I’m biased toward patience, even in fast markets. A lot of traders chase FOMO and buy into the first green candle. Resist that. Wait for confirmation across metrics and avoid the “fear of missing out” trap that makes you overpay and then watch price evaporate as the next wave of bots cashes out. Seriously, patience beats hype more often than not.
Risk Controls and Order Management
Position sizing matters more than prediction. Set strict rules: max % of portfolio per trade, a hard stop, and a planned exit path. If you intend to scalp, choose pairs with dependable liquidity and low slippage; if swing trading, look for sustained buyer interest and on-chain accumulation. I use trailing stops sometimes, though they’re not perfect in low-liquidity markets because they can cascade you out on temporary dips.
Also, be mindful of fees. Gas spikes or multi-step swaps increase effective cost and can flip a profitable trade loss-making. When gas is high, prioritize pairs with native liquidity or consider layer-2 alternatives. I learned that after a trade that was “profitable on paper” turned into a net loss after fees and slippage — note to self and to you.
One imperfect truth: you will be wrong often. Losses are feedback. The key is keeping losses small and learning quickly. Keep a trading journal — just a quick log of why you entered, what the signals were, and how it played out — and you’ll start to see patterns about which signals actually worked for you. This simple practice separates casual gamblers from repeatable traders.
Quick FAQs for Traders Using Real-Time Screens
How do I tell real volume from fake?
Compare buyer counts to volume spikes, check whether trades originate from diverse addresses, and watch liquidity movement; if volume spikes without more buyers or with large LP withdrawals, treat it as suspicious.
Should I rely on alerts alone?
No. Alerts are useful for triage, but always validate with on-chain checks and a small test order to verify slippage and routing behavior before scaling a position.
What’s the single most useful metric?
Breadth of participation — many small buyers combined with rising volume — often outperforms any single volume number as an indicator of sustainable demand.
O deputado Pedro Lucas Fernandes (União – MA) defendeu nova política pública de segurança, com leis mais severas que desestimule a atuação criminosa e enfraqueça o patrimônio ilicitamente adquirido. Em meio ao clima da votação do PL Antifacção pelo Congresso Nacional, o parlamentar considera que a política do setor pede, urgentemente, novo marco legal, com penas mais duras e diferenciadas para chefes de grupos criminosos. Ele pede um cenário sem anistia, sem indulto e sem livramento condicional. “Temos que dificultar a vida do criminoso”, sugere. Ouçamos seu conceito: (vide vídeo)
O ministro Luiz Fux votou, nesta terça-feira, 18, pela constitucionalidade da reeleição da deputada estadual Iracema Vale (PSB) para a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão, referente ao biênio em curso.
O voto depositado no plenário virtual da Corte seguiu parecer da ministra Cármen Lúcia, relatora de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) impetrada pelo partido Solidariedade que visa alterar o resultado do pleito interno realizado no dia 13 de novembro do ano passado.
O magistrado, em junho, havia pedido destaque do processo, o que faria com que o julgamento fosse levado para o plenário físico.
No entanto, Fux cancelou o pedido no dia 30 de outubro e o julgamento da Ação foi retomado na sexta-feira, 14.
Neste dia, vale destacar, Cármen Lúcia indeferiu pedido do PCdoB, na condição de amicus curiae, que objetivava atrasar a apreciação da ADI utilizando como justificativa uma briga paroquial entre dois parlamentares ocorrida recentemente.
Com o posicionamento de Fux, Iracema, neste momento, já conta com nove votos pela constitucionalidade da sua reeleição – André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin; além da ministra relatora – contra nenhum dado ao deputado estadual Othelino Neto (PSB), derrotado por ela.
Ainda é aguardado o voto do ministro Edson Fachin, atual presidente do Supremo.
Reafirmando o compromisso do prefeito Rafael Brito com a valorização da educação e com a qualificação da gestão escolar no município, a Prefeitura de Timon, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), lançou o Edital nº 005/2025. O documento regulamenta o Processo Seletivo Simplificado e a Consulta Pública à Comunidade Escolar para a formação do Banco de Gestores Escolares da Rede Municipal de Ensino.
O prefeito Rafael Brito destacou que a iniciativa faz parte do esforço permanente da gestão em aprimorar a qualidade do ensino:
“Estamos investindo em uma educação mais forte, com gestores preparados e selecionados de forma transparente. Esse processo garante que nossas escolas tenham lideranças competentes e comprometidas com nossos alunos,” afirmou.
O certame, executado pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa, Avaliação e Seleção de Pessoal (INBRASP), tem como objetivo selecionar profissionais do magistério da rede municipal para o provimento das funções de diretor titular e diretor adjunto das unidades de ensino.
O processo seletivo será composto por quatro etapas: prova objetiva, avaliação de títulos, apresentação de plano de gestão e consulta pública à comunidade escolar — etapa aplicada às escolas com 12 ou mais turmas.
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no site do INBRASP, conforme cronograma que será divulgado na mesma plataforma.
Podem participar profissionais da rede municipal que exerçam atividades educativas, incluindo docência, coordenação pedagógica, supervisão e assessoramento pedagógico.
O edital completo está disponível no site da Prefeitura de Timon e no portal do INBRASP.
Pesquisa do Instituto Econométrica aponta liderança do pré-candidato Orleans Brandão (MDB) na disputa para o governo do Maranhão. Em cenário estimulado, com a participação de todos os possíveis candidatos em 2026, o secretário de Assuntos Municipalista soma 33%.
De acordo com os dados, na sequência aparece o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), com 29,2%; o ex-prefeito Lahésio Bonfim (Novo) com 18,2%; e o vice-governador, Felipe Camarão (PT), com 7,3%.
No cenário de disputa sem Eduardo Braide, Orleans soma 38,3%, Lahésio tem 25,3%, e Camarão aparece com 14%.
A pesquisa questionou, também, sobre a expectativa de vitória do eleitor na eleição independente do voto dele. Neste cenário, 34,1% dos entrevistados afirmaram acreditar que o próximo governador do Maranhão será Orleans Brandão. Na sequência, 28,8% disseram que será Eduardo Braide; 11,5% apontaram Lahésio Bonfim e 5,1% citaram Felipe Camarão.
Já no cenário de rejeição do eleitor maranhense, Lahésio Bonfim tem o maior percentual e aparece com 23,6%. Em seguida, vem Felipe Camarão, com 22,6% de rejeição. Só depois vem Orleans, com 18,2%; seguido de Braide com 9,4%.
O levantamento da Econométrica, encomendado pelo Imirante, ouviu 1.283 eleitores nos dias 13 a 16 de novembro. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.
Carlos Brandão: Na Cop30, o governador valorizou a agenda verde do estado (Leandro Fonseca/Exame)
Durante a COP30, o governador defendeu a exploração na região como forma de garantir recursos para obras estruturantes
Por André Martins/ Da Revista Exame
O governo do Maranhão planeja criar uma faculdade de petróleo e gás para formar profissionais para atuar nas empresas que devem atuar na região caso a exploração na Margem Equatorial avance.
“Vamos iniciar uma faculdade de petróleo e gás. Daqui a cinco anos, teremos jovens preparados para entrar no mercado de trabalho. Senão, vamos ter que buscar pessoas em São Paulo”, diz Carlos Brandão, o governador do estado, em entrevista exclusiva à EXAME durante sua participação na COP30.
Brandão afirma que o seu governo estruturará cursos técnico-profissionalizantes na área para atender à demanda futura.
“Vamos nos preparar esses cinco anos para que, quando a exploração acontecer, tenhamos pessoas qualificadas e preparadas para o futuro”, diz.
No último dia 21 de outubro, o Ibama concedeu a licença para perfuração de um polo exploratório no bloco FZA-M-059, localizado em águas profundas do Amapá, a 500 km da foz do rio Amazonas e a 175 km da costa.
Esse é apenas o primeiro passo para confirmar o potencial da área para uma futura produção de petróleo. A previsão é de que todo o processo de perfuração exploratória e o início da produção levem entre 7 e 10 anos.
O discurso do governador segue a linha de outros chefes do executivo da região da Amazônia Legal e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na defesa da exploração na região.
Brandão afirma que o Maranhão tem duas das cinco bacias da região, a Grão-Pará e a de Barreirinhas. Com isso, a expectativa é de produção de 60 bilhões de barris de petróleo.
O chefe do Executivo disse que ainda não há estimativas de qual valor de royalties o estado receberá, mas que será importante para o desenvolvimento da região.
“Não tenho dúvidas de que quando o governo começar a receber os royalties teremos muito mais recursos para realizar as obras estruturantes de que o estado precisa”, afirma.
Brandão cita ainda que há um mês o estado recebeu um navio de uma empresa da Noruega para realizar uma análise sísmica. Já são 16 blocos onde foram feitos estudos, que estarão disponíveis para leilão.
“Entendemos que é um projeto para cerca de seis a sete anos — entre a sísmica, o leilão e os testes. Então, não é uma coisa para o meu governo, mas eu tenho que deixar estruturado para o próximo”, diz.
*Recursos para o Ibama*
O governador diz que existe uma articulação entre os governadores da região para que parte dos recursos da exploração sejam direcionados para o Ibama para cuidar da preservação.
“Isso não acontece no pré-sal do Sudeste — Espírito Santo, Rio de Janeiro, um pouco São Paulo —, mas sugerimos isso para a Margem Equatorial”, afirma.
Brandão disse que o assunto foi levado para a presidência da Petrobras, que avaliará a demanda.
*Pautas na COP*
Entre as pautas que apresentou na COP30, Brandão destaca a regularização fundiária, com mais de 8,5 mil títulos de terra distribuídos, com atendimento de 22 mil famílias.
Brandão destaca ainda que o Maranhão conseguiu R$ 45 milhões com o governo da Alemanha para um projeto contra queimadas.
“Conseguimos aprovar e estruturar um projeto para reestruturar 49 unidades do Corpo de Bombeiros e construir mais sete. Conseguimos R$ 45 milhões junto ao governo da Alemanha”, afirma.
O Supremo Tribunal Federal decidiu rejeitar o pedido apresentado pelo PCdoB para incluir, na Ação Direta de Inconstitucionalidade 7.756, informações relativas à denúncia de que o deputado Júnior Cascaria teria filmado o próprio voto durante a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão. A decisão foi assinada pela ministra Cármen Lúcia em 14 de novembro de 2024 e manteve o escopo da ação restrito ao debate sobre o critério de desempate na escolha da presidência da Casa.
O PCdoB, que atua como amicus curiae no processo, havia solicitado que o STF requisitasse vídeos, documentos e apurações internas sobre o episódio ocorrido em 12 de novembro, quando o deputado Fred Maia acusou Cascaria de registrar o voto em um pleito marcado por empate de 21 a 21. A legenda argumentava que a suposta gravação poderia comprometer a lisura do processo e influenciar a discussão sobre a regra que determina a vitória do candidato mais velho no segundo escrutínio.
A ADI foi proposta pelo Solidariedade e contesta o inciso IV do artigo 8º do Regimento Interno da Assembleia, incluído pela Resolução 1.300 de 2024, que definiu a idade como critério de desempate. Para o partido, a norma fere princípios constitucionais como impessoalidade, isonomia e moralidade, além de ter sido aprovada poucos dias antes da eleição, o que, segundo a legenda, caracterizaria casuísmo.
Na decisão, Cármen Lúcia afirmou que as alegações apresentadas pelo PCdoB não têm relação direta com o objeto da ação. A ministra destacou que a ADI analisa apenas a constitucionalidade da norma regimental, sem espaço para ampliar o processo a condutas de parlamentares ou apurações sobre fatos específicos. Ela também lembrou que ações diretas não admitem produção de prova, o que inviabiliza pedidos de diligências ou obtenção de documentos.
O julgamento da ADI segue no plenário virtual do STF, onde já há maioria pela manutenção da regra aprovada pela Assembleia Legislativa do Maranhão. Votaram pela improcedência do pedido os ministros Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Nunes Marques, André Mendonça, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
Com a decisão, o Supremo mantém o foco exclusivo na análise da constitucionalidade do critério de desempate adotado pela Assembleia e descarta qualquer investigação sobre a suposta filmagem do voto, que deverá ser tratada internamente pela própria Casa. A expectativa é que o julgamento seja concluído ainda nesse mês de novembro.
Povo a pé e em veículos recepcionou o prefeito de Centro Novo do Maranhão, Júnior Garimpeiro (Joedson Almeida dos Santos – PSDB), no retorno ao município, neste final de semana, depois de enfrentar problema em Mato Grosso por questões de atuação em garimpos. Seus apoiadores tomaram as ruas da cidade e lhe emprestaram incondicional manifestação de carinho. A multidão percorreu grande distância, do local do seu desembarque até a sua residência, onde o esperavam seus familiares, amigos e correligionários.
Ao agradecer a manifestação de carinho da população, fez emocionado pronunciamento, fazendo uma retrospectiva de sua jornada de vida. Entre as declarações marcantes, disse: “Adversidades não me afastam do meu propósito; ao contrário, me fortalecem”. Ele está em seu segundo mandato como prefeito, já que foi eleito, pela primeira vez, em 2020. Na reeleição (2024) recebeu 67%, contra os 45% da primeira eleição (2020). Ele se descreve como “apaixonado pela vida na natureza”.