Carlos Brandão: atenção e acolhimento

Depois de uma breve parada, volto a nossos
artigos, em um ano que, mais uma vez, será de
muito trabalho. E já começamos com a missão de
enfrentar o difícil cenário causado pelas fortes
chuvas. Infelizmente, as enchentes trouxeram
grandes prejuízos em várias cidades. Muito mais
que os materiais, nos preocupamos com as
pessoas. Nosso Governo, mais uma vez, agiu com
celeridade e tem prestado todo o apoio necessá-
rio aos municípios.

Fiz questão de ir às cidades mais atingidas para
reforçar a presença do Estado e ouvir aqueles
que precisam ser acolhidos. Sabemos das dificul-
dades, mas estar com as pessoas, mensurar suas
perdas, é fundamental para que tomemos as
decisões mais assertivas.

Em Mirador, Colinas, Grajaú e Imperatriz, ouvi
depoimentos que emocionam e nos dão a verda-
deira dimensão do que ocorreu. Dona Rosa
Maria, em Mirador, me tocou especialmente, com
um relato de dor e de incertezas. É algo muito
difícil de presenciar. No entanto, foi bom ouvir
dela que nossa presença lhe devolvia a esperan-
ça e a certeza de que os obstáculos serão venci-
dos.

Por determinação do governador Flávio Dino –
que só não foi às cidades por ter testado positivo
para a covid-19, toda a estrutura do Governo se
mobilizou para amparar os desabrigados, recu-
perar pontes e estradas e auxiliar os municípios
na recuperação das áreas atingidas. Hoje, os
Restaurantes Populares distribuem cerca de 900
refeições diariamente; mais de 4 mil cestas bási-
cas foram distribuídas até agora; aproximada-
mente 2 mil colchonetes foram entregues; exames
e consultas estão sendo realizados constante-
mente; medicamentos estão à disposição de
quem precisa e testes contra covid-19 disponibili-
zados, além de vacinas da carteira vacinal; 250
kits com eletrodomésticos também estão chegan-
do aos desabrigados. São muitas as ações que
minimizam os efeitos das ocorrências.

Reforço que, para nós, o mais importante é o bem-
-estar das pessoas. Por isso, desde o início garan-
timos a remoção daquelas que viviam em áreas de
risco para abrigos instalados. O aluguel social
também está sendo viabilizado para aquelas que
perderam suas casas. Preservar a vida é no que
mais pensamos. Assim, vamos continuar agindo.
Mirador, Grajaú, Barra do Corda, Jatobá, Paraiba-
no, Formosa da Serra Negra e Imperatriz já decre-
taram estado de emergência. Mas além delas,
monitoramos Trizidela do Vale e Pedreiras, onde o
rio Mearim está próximo da cota de inundação;
entre outras localidades, conforme somos acio-
nados pelos órgãos e gestões competentes.
Nessa luta, precisamos de todos, independente-
mente de política. Sigo acompanhando de perto
os trabalhos e auxiliando o governador a coman-
dar as ações para que ninguém se sinta desampa-
rado. É nossa obrigação, como gestores que
somos.

Afinal, somos todos Maranhão!

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